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segunda-feira, 24 de março de 2014
Eu quero um animalzinho!
As crianças vivem pedindo aos pais um bichinho de estimação. E o cachorro está no topo da lista de preferências. Além de bonitinho, é um animal alegre e que interage com os donos.
Foi comprovado que crianças que recebem educação para respeitar um animal apresentam um melhor desempenho na escola. Mas, incluir o novo membro na família requer responsabilidade.
A interação da criança com o bichinho, favorece conversas e aprendizados muito interessantes para o pequeno.
Não há uma idade certa para a criança ganhar um cachorro. O importante é que os pais ou adultos responsáveis estejam atentos a cada situação.
Em relação aos riscos do convívio entre cães e bebês, existem, principalmente, alergias, mordidas e a possibilidade de a criança machucar o animal. Para preveni-los, é muito importante que os pais fiquem atentos e eduquem de forma correta, tanto o filho quanto o cão, para que ninguém saia ferido.
Os pais devem levar em conta o espaço que possuem em casa para criar um animal e a importância de manter a higiene. Também devem se lembrar de que adquirir um filhote é mais fácil, pois ele poderá ser educado desde cedo. Além disso, os mais velhinhos têm menos paciência e disposição para brincar.
segunda-feira, 17 de março de 2014
Meu filho não gosta mais de mim?
Nos primeiros meses do bebê, o comum é que ele seja muito apegado à mãe, já que é ela quem o nutre. E muitas vezes o pai acaba denso deixado de lado.
Porém essa situação não é um bicho de sete cabeças. O pai tem que exercitar o amor incondicional e ter consciência de que é só uma fase. Tentar conquistar o pequeno por meio de brinquedos é uma péssima alternativa.O importante é conviver com a criança e mostrar proximidade, o que pode se feito por meio de brincadeiras ou assistir desenhos e filmes juntos.
A mãe também pode colaborar com algumas atitudes para fortalecer o relacionamento entre o filho e o pai. Caso a criança estranhe o pai, o recomendável é que a mãe fique próxima a ele.
Em alguns casos alguns casos, a aproximação e relação de afeta da criança envolve terceiros, como avós, tios ou cuidadores.
É preciso explicar para a criança, dizendo: eu sou a sua mãe, mas quem cuida de você quando não estou é o fulano”. É importante conversar com o cuidador e explicar que ele não deve deixar que a criança o chame assim. O cuidador deve se referir à mãe com frequência, com frases como “olha lá, a sua mamãe chegou”.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Primeiro amor!
Seu filho ou filha já apareceu em casa dizendo que tem um(a) namoradinho(a)? A cada dia que passa as crianças estão mais curiosas e precoces e, vez ou outra, aparecem em casa com essa moda de terem namoradinhos na escola, no play ou na pracinha. Claro que o namoro delas é singelo e, muitas vezes, não passa dessa fase. Nem chegam às mãos dadas. Mas e para os pais, qual a atitude certa? Como agir de maneira saudável quando os pequenos vêm com essa de namorar? Como estimular, sem despertar nas crianças sentimentos e atitudes que não são apropriados ainda para sua idade?
Na opinião da psicóloga Fernanda Montanholli, especialista também em neuropsicologia, quando a meninada chega em casa com essa novidade, os pais não devem reprimir, mas sim agir naturalmente, sem valorizar muito a atitude, tampouco estimular o comportamento. Isso porque elas ainda não compreendem esse “relacionamento” da mesma forma que um adolescente/adulto.
Reprimir a atitude pode, sem querer, estimular a criança a ter um comportamento desafiador em alguns casos, ou, em outros, fazê-la tornar repulsiva ao envolvimento emocional. Caso os pais percebam algum excesso nessa “brincadeira”, o ideal é procurar um auxílio psicológico para tentar entender o porquê dessa postura precoce.
A psicóloga orienta, ainda, que conhecer o ambiente escolar e participar da vida social dos filhos, indo a festinhas e eventos escolares, é sempre um bom caminho para assuntar a respeito do namorico e descobrir se o “relacionamento” é exagerado ou apenas uma brincadeira inocente.
Já se pintarem beijinhos e selinhos, os pais não devem se desesperar! Isso porque criança costuma ser muito espontânea e, por muitas vezes, quer repetir ou imitar o que vê na TV e no próprio meio em que vive. Cabe aos pais observar se um “estalinho” na boca foi um episódio isolado e espontâneo e, se a atitude persistir, conversar e mostrar que existem outras formas de demonstrar carinho e afeto, como dar um abraço, fazer um desenho ou dar um presente.
Fernanda Montanholi
CRP 05/33515 - Gestalt terapeuta e neuropsicóloga
Email: fernandamontanholi@gmail.com
Tel: (21) 99407 – 5122
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